Testamos na BGS : Dragon Ball FighterZ

Quando o novo jogo de Dragon Ball foi anunciado na E3, muita gente deve ter pensado ‘’ah é mais do mesmo’’, ‘’outro jogo de Dragon Ball?’’. Mas para nós aqui do Papo de Japa, foi diferente, o hype nos atingiu instantaneamente, mas sabemos muito bem que nem sempre isso é uma coisa boa.

Mais do Mesmo?

 

Para quem estava com o pé atrás, o anúncio de que o jogo seria produzido pela renomada desenvolvedora de jogos de luta Arc System Works, já foi logo tratando de frear o pessimismo. A empresa também tratou logo de anunciar que o jogo não teria mais combates de arena 3D e elementos de RPG, a franquia finalmente iria ter um sistema mais tradicional para o gênero de luta, com os mesmos conceitos que se vê em um Street Fighter ou um The King of Fighters.

 

Primeiro Contato

 

E com essas notícias, mais o trailer e os vídeos de gameplays que foram lançados, eu nem preciso dizer como estavam os nossos medidores de expectativa e ansiedade para esse jogo. O detalhe é que não parecia que iriamos ter a chance de pôr as mãos nele num futuro tão próximo, bem parecia.

Como já relatamos, tivemos a chance de testar essa maravilha logo no Festival do Japão. Lá havia uma demo do jogo, ainda meio ‘’cru’’ é verdade, mas que já nos deixou com o sentimento de que as expectativas estavam sendo cumpridas.

E agora na Brasil Game Show pudemos ter ainda mais contato e se apaixonar ainda mais por aquele que pode ser o melhor jogo da franquia Dragon Ball nos consoles.

 

Masterpiece?

 

 

Primeiro quero deixar claro que não sou um grande fã de jogos de luta, dado a minha baixíssima capacidade de decorar combos e sequências, pouca agilidade e muitos anos de FIFA/PES que certamente moldaram meu estilo e gosto ‘’gamer’’. Dito isso vamos falar de Dragon Ball FighterZ.

A demo da BGS já está num estágio bem mais avançado, tivemos muito mais personagens disponíveis, como os Androides por exemplo, o que nos ajudou a montar combinações insanas de times.

Os comandos são bem simples, realmente até para alguém totalmente leigo como eu, é tranquilo ‘’pegar o jeito’’ dos golpes, combos e especiais.

As combinações de golpes e especiais envolvendo os personagens são absolutamente incríveis, é realmente prazeroso descer a porrada no adversário com Goku e Vegeta ou Cell e Freeza, isto, somado a gráficos muito fieis ao anime, torna a experiencia fantástica. A mecânica do jogo é muito fluida e você consegue fazer combos devastadores, é o jogo perfeito para fazer aquele ‘’rei da mesa’’ com a galera.

Também muito se tem dito a respeito desse jogo vir com tudo no cenário competitivo, eu posso dizer que ele realmente tem muito potencial.

Se você não teve a chance de testar o game na BGS ou no Festival do Japão e nem teve acesso a beta, o jeito vai ser esperar o lançamento. Dragon Ball Fighter Z chega em 26 de janeiro de 2018, com versões para PC, Xbox One e PS4.

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